Nosso amor nasceu no outono
Mas não significa que ao darmos nossas mãos
Nossas paixões devam cair assim como todas as folhas das árvores
Que as lágrimas que cairão devam ser um desperdício....
Que nossos sorriso tenham o chão como limite
E que nosso amor esteja desabando
Nosso amor cresceu no inverno
Mas não significa que congelou no tempo
Que nossos corações tenham se tornados frios e calculistas
Que todas as crianças pararam de sonhar e agora apenas vêem
Tudo aquilo que está em nossa frente
Achando que não há nada além de gelo
Nosso amor espera a primavera,
Mas não quer dizer que só porque as flores nascerão
O nosso amor também nascerá, ele já está maduro
Está seco de todo gelo e aquecido de todo inverno
E que nossos beijos tenham as cores da primavera
E que nossas rosas sejam eternas
Nosso amor caminha ao verão
Mas não significa que iremos nos iludir de que
Toda claridade não esconde uma tristeza
Que nenhum rosto esteja chorando e só há luz
Vamos brilhar junto ao sol que nos aqueçe
E queima nossos corações e paixões
Que a gente esteja junto ano após ano
Assim como as 4 estações sempre seguidas uma da outra
Assim como os olhos das crianças sempre esperando seu grande dia
Assim como eu sempre a espera de sua voz para me salvar de toda minha tristeza.
(Final alterntivo para ultimo verso: Assim como eu sempre a espera de sua voz para descongelar meu coração.)
D.F 2006 (31-05-06)
Para L.
Bem, eu não estou ainda satisfeito com o ultimo verso... não sei se talvez deva tirar.....Mas por favor comentem... e metam malha se tiver ruim.
Um grande abraço e um beijo para L.
quarta-feira, maio 31, 2006
sábado, maio 27, 2006
Para L.
Paraíso
Todos os meus pensamentos vão além do horizonte
Vão de encontro com o Sol que dorme e a Lua que acorda
Te encontram, te admiram, dizem boa noite e voltam a dormir
E tudo que você já olhou tem novas cores
Azul de pálido à vivo, vermelho de sangue à paixão
Até todas a flores murchas de mim nasceram de novo
E para cada lágrima sua, nasce uma estrela
Que leva sua tristeza para outras galáxias
E para cada lágrima sua, surge um oceano
Que navegarei através as tormentas para te encontrar
E para cada beijo teu, em meus lábios
Eu conheço um pedaço do paraíso.
Para uma pessoa que não entra no meu blog mas que se sinta presenteada (até porque vou mostra-la). Um beijo L.
Todos os meus pensamentos vão além do horizonte
Vão de encontro com o Sol que dorme e a Lua que acorda
Te encontram, te admiram, dizem boa noite e voltam a dormir
E tudo que você já olhou tem novas cores
Azul de pálido à vivo, vermelho de sangue à paixão
Até todas a flores murchas de mim nasceram de novo
E para cada lágrima sua, nasce uma estrela
Que leva sua tristeza para outras galáxias
E para cada lágrima sua, surge um oceano
Que navegarei através as tormentas para te encontrar
E para cada beijo teu, em meus lábios
Eu conheço um pedaço do paraíso.
Para uma pessoa que não entra no meu blog mas que se sinta presenteada (até porque vou mostra-la). Um beijo L.
segunda-feira, maio 22, 2006
Grande amor
Nos grandes amores já nascemos apaixonados.
Como tem pessoas que demoramos eras para começar a gostar e se dar bem, e como tem outras que só de olharmos já sentimos que já a conhecemos e que temos que falar com ela pois ela poderá ser nossa alma-gêmea. Nesses dias tive uma experiência similar que através de reflexões me fez a chegar a essa frase.
Imagine você agora numa festa, vários amigos, várias pessoas novas que você acaba de cumprimentar, parabeniza o aniversariante agradescendo por ter te convidado nesse dia especial. Mas de tudo que há lá, seus olhos pairam sobre uma pessoa apenas, aquela sentada no outro lado da sala, muito distante apesar de serem separados por apenas alguns metros. "Como vou fazer para falar com ela? Eu preciso falar com ela, o que faço?" você diz, e depois você estuda cada gesto dela tentando achar um elo de ligação entre você e ela, entre dois continentes você tenta ligar por uma grande extensa corda. E você consegue achar uma coisa em comum (como um filme) e logo assim segue para falar com ela mas ao encontro você para no meio do caminho. "Ela vai me achar um intrometido de ter me ouvido falar e um louco tarado que tenta jogar conversa assim de cara" pensa você enquanto seu nível de ansiedade cresce as alturas. Mas depois de umas longas respirações segue-se o plano indefinido na espera de acasos que possam fazer de toda sua idéia uma realidade.
Você chega nela e fala com ela, começa a amarrar a corda no continente dela para puxar para você através do longo oceano das diferenças, dos medos e da felicidade. Você descobre logo em seguida que seu medo era fugaz, logo você se dá conta que está conversando com ela há horas e descobre o mais impressionante: O seu continente e o dela pareciam já ter se juntado outra hora, a corda era praticamente desnecessária, já aconteceu uma pangéia entre vocês antes de se separarem, vocês já se conhecem sem nunca terem se visto. Então você percebe: você já nasceu apaixonado por ela.
Logo depois você no fim da festa troca de telefone com ela, combinam já alguns passeios e fala finalmente com a aniversariante de novo e agradece de novo por ter convidado-te para festa, mas o sentido que você pôs nesse agradecimento ela nunca vai saber pois ela pode ter feito da sua vida não apenas um dia feliz de comemorações mas todo um futuro a ser descoberto.
p.s: Isso aconteceu comigo mesmo (a própria história foi real), queria fazer um exercício para mostrar como cheguei aquela frase descrita no início do post e aliviar um pouco minha ansiedade.
Um grande abraço e Um beijo especial para L. (It's you)
Daniel Figo
Alterado: 24-05-06
Como tem pessoas que demoramos eras para começar a gostar e se dar bem, e como tem outras que só de olharmos já sentimos que já a conhecemos e que temos que falar com ela pois ela poderá ser nossa alma-gêmea. Nesses dias tive uma experiência similar que através de reflexões me fez a chegar a essa frase.
Imagine você agora numa festa, vários amigos, várias pessoas novas que você acaba de cumprimentar, parabeniza o aniversariante agradescendo por ter te convidado nesse dia especial. Mas de tudo que há lá, seus olhos pairam sobre uma pessoa apenas, aquela sentada no outro lado da sala, muito distante apesar de serem separados por apenas alguns metros. "Como vou fazer para falar com ela? Eu preciso falar com ela, o que faço?" você diz, e depois você estuda cada gesto dela tentando achar um elo de ligação entre você e ela, entre dois continentes você tenta ligar por uma grande extensa corda. E você consegue achar uma coisa em comum (como um filme) e logo assim segue para falar com ela mas ao encontro você para no meio do caminho. "Ela vai me achar um intrometido de ter me ouvido falar e um louco tarado que tenta jogar conversa assim de cara" pensa você enquanto seu nível de ansiedade cresce as alturas. Mas depois de umas longas respirações segue-se o plano indefinido na espera de acasos que possam fazer de toda sua idéia uma realidade.
Você chega nela e fala com ela, começa a amarrar a corda no continente dela para puxar para você através do longo oceano das diferenças, dos medos e da felicidade. Você descobre logo em seguida que seu medo era fugaz, logo você se dá conta que está conversando com ela há horas e descobre o mais impressionante: O seu continente e o dela pareciam já ter se juntado outra hora, a corda era praticamente desnecessária, já aconteceu uma pangéia entre vocês antes de se separarem, vocês já se conhecem sem nunca terem se visto. Então você percebe: você já nasceu apaixonado por ela.
Logo depois você no fim da festa troca de telefone com ela, combinam já alguns passeios e fala finalmente com a aniversariante de novo e agradece de novo por ter convidado-te para festa, mas o sentido que você pôs nesse agradecimento ela nunca vai saber pois ela pode ter feito da sua vida não apenas um dia feliz de comemorações mas todo um futuro a ser descoberto.
p.s: Isso aconteceu comigo mesmo (a própria história foi real), queria fazer um exercício para mostrar como cheguei aquela frase descrita no início do post e aliviar um pouco minha ansiedade.
Um grande abraço e Um beijo especial para L. (It's you)
Daniel Figo
Alterado: 24-05-06
terça-feira, maio 16, 2006
Sweet illusions

Como a música consegue traduzir completamente o que sentimos, se não achamos a música para nos descrever é porque ainda não a conhecemos. Cada momento que passamos uma música descreve o que sentimos, seja amor, ódio, medo ou mudanças em sua vida. Música para mim é praticamente o espelho completo do que sentimos, do que somos em nossa essência. Muito legal quando também relacionamos pessoas a músicas, não que tal música poderia classifica-la mas que a música lembra algo que gostamos (ou apenas que marcou) numa pessoa. Como Sweet Illusions, This is a low entre outras. As vezes a música não diz uma linha mas ela nos alivia da saudade de alguém, por exemplo.
Fazer música é algo muito bom, seria algo parecido com a penseira do Dumbludore (relação bem tosca mas precisa) pois quando escrevemos uma musica eternizamos um momento, poderemos esqueçer deles mas na música ele estará sempre que olharmos e cantarmos. Uma prova disso é uma música que fiz tem uns 5 anos mais ou menos, e até hoje quando canto aqui comigo ou a leio, consigo quase sentir o que tinha escrito.
Para finalizar vou escrever uns trechos de uma música que tem tocado em mim. "Life is beautiful" do Ryan Adams.
what a beautiful thing when you sing
Hear all them bells ringing out in the street
Hammer strikes the metal and it makes me believe
'Cause if I don't believe in love
Then I don't believe in you
And I do
obs: Sobre as músicas que fazemos sem sentimentos e/ou propósito. Fuck off.... são outro caso!
obs²: Claro quem tem outras formas de expressão mas só quis me limitar ao que mais amo.
SEE YA!
Special kisses to the London Girl!
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Categorias
Twitando por aí...
Com tecnologia do Blogger.
O que acompanho por aí:
Tags
"Festival do minuto"
(1)
"au revoir simone"
(1)
"david fonseca" "superstars"
(1)
Annie Clark
(1)
Daniel Faleiro
(1)
Daniel Figueiredo
(1)
Gato Fedorento
(1)
Menina má
(1)
Nina Mala
(1)
O que é isso?
(1)
Orkut
(1)
Rede
(1)
Romance
(1)
St Vincent
(1)
Tristeza
(1)
Vargas Llosa
(1)
amor
(1)
ano novo
(1)
beck music video love
(1)
blog
(1)
blur
(1)
capitalismo
(1)
cofrinho
(1)
cozinha
(1)
deserto
(1)
dinheiro
(1)
dúvidas
(1)
filme
(1)
forum
(1)
fábrica
(1)
fênix
(1)
guel arraes
(1)
jorge furtado
(1)
jovem nerd
(1)
kundera
(1)
letícia sabatela
(1)
meia palavra
(1)
mosa lisa
(1)
mulher
(1)
oceano
(1)
pesadelo
(1)
pesca
(1)
podcast
(1)
poesia
(1)
porquinho
(1)
r.
(1)
saramago
(1)
saudade
(1)
sentido
(1)
silverchair
(1)
sonhos
(1)
trabalho
(1)
videoblog
(1)
wagner moura
(1)