Bom dia, este texto é apenas um conto ou uma crônica ou sei lá o que, mas prefiro chamar de devaneio. É como o título diz, sobre despedida é uma história fictícia mas que aconteceu ou acontece com muitos de nós. Minhas opiniões não estão expressas nesse texto, só quis fazer uma reflexão.
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Na hora da despedida, na hora do adeus, a hora do “Está tudo acabado” é quando podemos medir quanto é a eternidade, o infinito, o “para sempre”. Não poderia ser diferente com Ana quando Roberto a deixou. Ele disse para ela que estava tudo acabado e ela tentava sem grande êxito refutar sua afirmação que era para Ana algo impensável. “Você disse que ficaria para sempre comigo, como pode o eterno acabar?” ela disse.
Roberto teria sido exagerado por uma vez ter prometido o eterno ou a Ana foi ingênua por achar que as palavras tem os valores reais? A única verdade é que tem uma amante de Roberto (Carla) a 30km de sua casa o esperando. Esperando seus abraços, beijos e promessas de ficar eternamente com ele. Seria Carla também ingênua? Poder existir outra eternidade? Efemeridade no infinito? Algum número que diga onde começa e onde termina o universo? Ou será tudo um paradoxo nosso, que falamos sem pensar, “Nosso amor será eterno enquanto durar”, mas ser eterno enquanto durar não seria limitar o impossível? Ou amamos sem limites enquanto o amor ainda viver entre dois corações? E quando o amor ainda é eterno para um dos dois, o que fazer?
Todas essas perguntas que assombram Ana desde que Roberto a deixou.
Como Ana poderá se recompor? Como sair do eterno que prometeu a imortalidade do Amor? Como sabemos que isso não acontece apenas com ela mas como todos nós, deveríamos ou não empregar essas palavras? Serão falsas ou a gente que não as sabe usar?
Daniel Figueiredo 27-07-06
quinta-feira, julho 27, 2006
quinta-feira, julho 20, 2006
Pensamentos
Volta e meia sou atacado por pensamentos desagradáveis que me fazem perder tempo, paciência, meu sorriso e talvez o mais importante: esperança. Mas, claro, sabemos que no fundo tudo isso é um mundo ilusório que fica sempre junto com nossos medos, falsos medos. Tudo está andando muito bem, as coisas estão indo na direção certa mas então esses pensamentos começam a se alimentar de nossos sorrisos, mas qual o motivo?
Seria o medo de ser feliz? uma vez pensei nisso, acho realmente que temos medo de nos decepcionar e de fazer qualquer passo falso, de que tudo que está agora está fadado ao desaparecimento ao mínimo movimento de nossas mãos. Entretanto, quando começamos a pensar assim e quedamos tristes, não é um sinal de que pensar na possibilidade de errar, de ser traído, de ser covarde não é uma forma de acabar com nossos sorrisos? Então sendo assim se não pensassemos assim, não tivermos esses pensamentos mórbidos que nos ataca sempre que estamos felizes, não seríamos mais felizes? Não teríamos medo de viver e de errar? Pois se não fossem os erros anteriores, com certeza não estaríamos onde estamos agora com lições aprendidas. Quem disse que errar é tristeza? Por que não o prefácio da felicidade?
Seria o medo de ser feliz? uma vez pensei nisso, acho realmente que temos medo de nos decepcionar e de fazer qualquer passo falso, de que tudo que está agora está fadado ao desaparecimento ao mínimo movimento de nossas mãos. Entretanto, quando começamos a pensar assim e quedamos tristes, não é um sinal de que pensar na possibilidade de errar, de ser traído, de ser covarde não é uma forma de acabar com nossos sorrisos? Então sendo assim se não pensassemos assim, não tivermos esses pensamentos mórbidos que nos ataca sempre que estamos felizes, não seríamos mais felizes? Não teríamos medo de viver e de errar? Pois se não fossem os erros anteriores, com certeza não estaríamos onde estamos agora com lições aprendidas. Quem disse que errar é tristeza? Por que não o prefácio da felicidade?
segunda-feira, julho 17, 2006
Poesias
Aqui vão umas duas poesias que fiz recentemente para implementar meu blog, tenho tido umas idéias que a mim parecem interessante e decidi compartilhar com todos vocês (5). Um grande abraço e aproveitem.
Conte-me
Conte-me seus pecados mais profundos
E revele tudo que há apor detrás do fim
Conte-me seus pecados e todos seus medos
Deixando-os de fora de toda nossa vida
Conte-me em meus ouvidos, todos seus temores
E a vida parecerá muito mais leve
Conte-me em meus ouvidos, e tudo desaparece
Deixando só nós entre nós dois
Deixe-me tocar em seus cabelos
E acalmar-te toda com minhas mãos
Deixe-me tocar em suas mãos
E sentirás segura para arriscar
Deixe-me beijar-ter esta noite
Quando tudo estiver escuro ou pálido
Deixe-me dizer que te amo
E esta escura noite se tornará nossa.
Daniel Figueiredo 17-07-2006
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Palavras
Escrevo as suas palavras ditas
E aquelas que deveriam ser
E foram o motivo de toda minha dor
De nossa dor, de nossas lágrimas
Todas que se seguiram com gritos
E as abafadas pelos nossos soluços
A parede já não nos protege mais
Precisamos de um muro mais forte
Um para nos esconder e outro para espancar
Todos aqueles que odiamos e não batemos
(Pois Precisamos bater até sangrar)
E bebemos para esquecer de todos eles
Mas que no dia seguinte estão de frente para nós
Mas nunca temos coragem para seguir com o plano
E agora seguro está caneta
Afim de acabar com toda minha dor
As palavras que escrevo são como cortes em meus pulsos
E sangro as poesias mais tristes
E depois de derramar tudo
a dor não parece mais tão forte
Como me disseram uma vez:
Sem palavras, sem dores
D.F 2006-06-29
Conte-me
Conte-me seus pecados mais profundos
E revele tudo que há apor detrás do fim
Conte-me seus pecados e todos seus medos
Deixando-os de fora de toda nossa vida
Conte-me em meus ouvidos, todos seus temores
E a vida parecerá muito mais leve
Conte-me em meus ouvidos, e tudo desaparece
Deixando só nós entre nós dois
Deixe-me tocar em seus cabelos
E acalmar-te toda com minhas mãos
Deixe-me tocar em suas mãos
E sentirás segura para arriscar
Deixe-me beijar-ter esta noite
Quando tudo estiver escuro ou pálido
Deixe-me dizer que te amo
E esta escura noite se tornará nossa.
Daniel Figueiredo 17-07-2006
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Palavras
Escrevo as suas palavras ditas
E aquelas que deveriam ser
E foram o motivo de toda minha dor
De nossa dor, de nossas lágrimas
Todas que se seguiram com gritos
E as abafadas pelos nossos soluços
A parede já não nos protege mais
Precisamos de um muro mais forte
Um para nos esconder e outro para espancar
Todos aqueles que odiamos e não batemos
(Pois Precisamos bater até sangrar)
E bebemos para esquecer de todos eles
Mas que no dia seguinte estão de frente para nós
Mas nunca temos coragem para seguir com o plano
E agora seguro está caneta
Afim de acabar com toda minha dor
As palavras que escrevo são como cortes em meus pulsos
E sangro as poesias mais tristes
E depois de derramar tudo
a dor não parece mais tão forte
Como me disseram uma vez:
Sem palavras, sem dores
D.F 2006-06-29
quinta-feira, julho 06, 2006
ANTARES

Essa poesia como descrita mais abaixo foi feita há 3 anos atrás. Já não me lembro ao certo o motivo mas gosto dela. Espero que gostem!
Antares
Descanso aqui enquanto sonho
tudo está como poderia
exceto pelo vidro que está embassado
E isso dói como uma pequena agulha
passando pelo meu coração
O que está acontecendo
parecia tudo tão certo, tão feliz
por que logo agora começou a chover
para atrapalhar tudo?
Por que sempre isso acontece comigo?
Por que o amor não é facil?
Por que não aprendo com minhas dores?
Insisto em te amar,
Estou mais feliz quando estou com vc
Queria dizer isto para vc
Vc conseguiu realmente me fazer feliz
Apesar de tudo, amo-te mais e mais
Com vc tudo parece tão feliz
exceto pelo vidro que está embassado
E isso dói como uma pequena agulha
passando pelo meu coração
Mas não fique triste, não desanime
Você é minha antares, vc sempre brilhará
Não será uma dor que fará vc diferente
Só falta aprendermos a lição desconhecida
Para podermos brilhar mais que qualquer um
Estou tão feliz por conhecer-te
E tão feliz por sentirmos o mesmo
Estou tão feliz por conhecer-te antares
D.F2003
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