O primeiro poema não preciso dizer muito para quem é ou qual momento que estou para isso.... porém o segundo é mais interessante e tem a ver com um fato que passou próximo de mim nesses dias. Conseguem falar sobre o que é? Não o fato mas o porque de eu escrever isso?
“Eu te nomeei rainha.
Existem mais altas que tu, mais altas.
Mais puras do que tu, mais puras.
Mais belas do que tu, mais belas.
Mas tu és a rainha.
(...)Somente tu e eu,
Somente tu e eu, amor meu,
o escutamos.”
Pablo Neruda
LENA
Lena,
Que todas as pessoas do mundo tenham seus olhos,
e o mundo seria muito mais belo.
Que todas as pessoas tivessem seu sorriso,
e teriamos mais rostos felizes no mundo inteiro.
Que todos desabrigados tivessem o calor do seu abraço,
e nunca mais haveria frio nas noites mais tristes.
Que todos os apaixonados encontrassem um amor como você,
e nunca mais teriam decepções no amor
Que as ondas dos mares fossem bravas,
e ainda sim as atravessaria por você.
Que o mundo fosse somente ódio em todos os corações,
e ainda sim arrumaria tempo para te amar.
Que o olhos se abrissem todos os dias somente para chorar
e em cada lágrima seria pura alegria.
Que meu destino fosse não te amar,
e eu iria contrariar a vontade divina por você,
Lena
Daniel Alves Faleiro de Figueiredo 28-08-2006
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Ah, nossa grande segunda chance
Ah, se tivessemos uma segunda chance para tudo
A cruzada não seria tão sangrenta
As pétalas da rosa de Hiroshima cairiam
A cabeça da criança não quebraria
A guerra nunca começaria
A primavera de maio não seria vermelha
Suas palavras não seriam tão dura
E as minhas palavras não te machucariam
...somos humanos, demasiado humanos...
Ah, se tivessemos uma segunda chance para tudo
A cruzada teria sido mais sangrenta
Haveriam campos paras rosas de Hiroshima
A cabeça da criança quebraria de novo
A guerra nunca teria fim
A primavera de maio seria um outono
Suas palavras seriam ainda mais duras
E as minhas palavras mais uma vez te machucariam...
Daniel Alves Faleiro de Figueiredo 28-08-2006
quarta-feira, agosto 30, 2006
sábado, agosto 26, 2006
Pequena história da vida cotidiana.
Próxima Estação: Despedida?
Hoje a tarde, David caminha para a estação de metrô para seguir sua rotina cotidiana. Ao chegar na plataforma da estação, percebe próximo de si, uma garota de aparência muito simpática que logo respondeu o seu olhar. Ela esta lendo uma revista em quadrinhos ‘Sandman: Noite sem fim’, e a cada troca de páginas, trocavam olhares, por vezes fugazes e outras duradouras.
Passada umas 2 estações, o metrô começa a ficar cheio, tão logo David não consegue mais olhar diretamente em seu rosto, mas para tranquilizá-lo, ela se levanta da cadeira e paira próxima de David, onde continuar a fazer seus movimentos revezando entre a revista e seus olhos.
“Não consigo parar de olhá-la” – Pensa David.
Conversavam pelos olhos em cada paragem. Era muito fácil perceber o que eles conversavam. “Oi, tudo bem?” “Estou muito bem, e você?” entre outras perguntas.
“Eu tenho que falar com ela, não sei como falar, não sei como fazer isso não soar estranho.” – Triste por estar chegando sua estação de despedida da garota que fora de seus chapéu felpudo branco, não sabia nada mais dela.
A estação chega, David começa caminha relutante e olhava para trás, o pouco menos de 1 metro que dista dele e a porta do metrô se torna uma travessia distante e dolorosa, “Não queria sair daqui”. Quando chega na porta olha mais uma vez para trás e a garota deixa para ele um meio-sorriso enigmático, no qual ele instintivamente retribuiu. E por fim, sai na esperança de vê-la de novo.
“Me sinto tolo ambigüamente: primeiro por ter ficado olhando para ela a viagem toda, segundo por não ter falado com ela e não saber se a veria de novo. Será que a verei de novo?” – pensa David ao caminhar com seu destinho, as portas do metrô se fechavam como se fechavam as esperanças e até a mínima chance de dar um “Oi”.
O rosto dela não era o mais belo, tão pouco o mais feio, era muito amigável que convidava, a quem olhasse para ela, a ter uma conversa e dar uma abraço. David tinha essa vontade que até se parecia com quando ele era menor e chegava para alguém que achava legal e perguntava: “Ei, quer ser minha amiga?”.
Seu sorriso o convidava para seu mundo.
Daniel A. F. de Figueiredo 26 de agosto de 2006
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Dêem uma olhada nesse vídeo dessa banda que é fantástica chamada Bright Eyes.
Um grande abraço à todos e ótimo fim de semana
Hoje a tarde, David caminha para a estação de metrô para seguir sua rotina cotidiana. Ao chegar na plataforma da estação, percebe próximo de si, uma garota de aparência muito simpática que logo respondeu o seu olhar. Ela esta lendo uma revista em quadrinhos ‘Sandman: Noite sem fim’, e a cada troca de páginas, trocavam olhares, por vezes fugazes e outras duradouras.
Passada umas 2 estações, o metrô começa a ficar cheio, tão logo David não consegue mais olhar diretamente em seu rosto, mas para tranquilizá-lo, ela se levanta da cadeira e paira próxima de David, onde continuar a fazer seus movimentos revezando entre a revista e seus olhos.
“Não consigo parar de olhá-la” – Pensa David.
Conversavam pelos olhos em cada paragem. Era muito fácil perceber o que eles conversavam. “Oi, tudo bem?” “Estou muito bem, e você?” entre outras perguntas.
“Eu tenho que falar com ela, não sei como falar, não sei como fazer isso não soar estranho.” – Triste por estar chegando sua estação de despedida da garota que fora de seus chapéu felpudo branco, não sabia nada mais dela.
A estação chega, David começa caminha relutante e olhava para trás, o pouco menos de 1 metro que dista dele e a porta do metrô se torna uma travessia distante e dolorosa, “Não queria sair daqui”. Quando chega na porta olha mais uma vez para trás e a garota deixa para ele um meio-sorriso enigmático, no qual ele instintivamente retribuiu. E por fim, sai na esperança de vê-la de novo.
“Me sinto tolo ambigüamente: primeiro por ter ficado olhando para ela a viagem toda, segundo por não ter falado com ela e não saber se a veria de novo. Será que a verei de novo?” – pensa David ao caminhar com seu destinho, as portas do metrô se fechavam como se fechavam as esperanças e até a mínima chance de dar um “Oi”.
O rosto dela não era o mais belo, tão pouco o mais feio, era muito amigável que convidava, a quem olhasse para ela, a ter uma conversa e dar uma abraço. David tinha essa vontade que até se parecia com quando ele era menor e chegava para alguém que achava legal e perguntava: “Ei, quer ser minha amiga?”.
Seu sorriso o convidava para seu mundo.
Daniel A. F. de Figueiredo 26 de agosto de 2006
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Dêem uma olhada nesse vídeo dessa banda que é fantástica chamada Bright Eyes.
Um grande abraço à todos e ótimo fim de semana
quinta-feira, agosto 03, 2006
Para L.
Pássaros
Estavamos sozinhos naquela noite,
quando demos nosso primeiro beijo na porta da sua casa.
E meus olhos estavam bem abertos a te olhar,
Como se tivessem sido abertos pela primeira vez na minha vida.
Uma luz entrou através deles e de meu coração,
e gostaria de te perguntar naquele momento:
“Isso tudo é real? Se não for, nunca me acorde!”
Mas seus gestos leram minha mente me respondendo
com seus lábios através de meu pescoço até meus lábios.
Toda a felicidade enclausurada dentro de mim, então, se libertou
como pássaros no mais belo solstício de primavera de encontro ao Sol.
Daniel Alves Faleiro de Figueiredo 03-08-2006
Estavamos sozinhos naquela noite,
quando demos nosso primeiro beijo na porta da sua casa.
E meus olhos estavam bem abertos a te olhar,
Como se tivessem sido abertos pela primeira vez na minha vida.
Uma luz entrou através deles e de meu coração,
e gostaria de te perguntar naquele momento:
“Isso tudo é real? Se não for, nunca me acorde!”
Mas seus gestos leram minha mente me respondendo
com seus lábios através de meu pescoço até meus lábios.
Toda a felicidade enclausurada dentro de mim, então, se libertou
como pássaros no mais belo solstício de primavera de encontro ao Sol.
Daniel Alves Faleiro de Figueiredo 03-08-2006
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