terça-feira, janeiro 29, 2008

St. Vincent

Já dediquei posts para o Bright Eyes, David fonseca, entre outros. Mas desta vez vou ser menos machista e vou falar de uma Artista que merece um post especial Annie Clark a.k.a St. Vincent (E participou da banda Turnê do Polyphonic Spree e Surfjan Stevens). Ela foi a primeira Cantora faz-tudo que vi em minha vida que é boa no que faz. As suas músicas são lindas, suas transições de voz muito carregadas de sentimentos (não quero dizer extensão vocal ou voz lírica pois estou pouco me ******** para isso). Toca guitarra de uma forma invejável (não como os otários do G3) e piano carregado de blues e jazz. Seu álbum novo (e primeiro) "Marry Me" é fantástico. Destaque para "All my stars Aligned", "Marry Me" e "Jesus Saves, I'm spend".

St. Vincent em "Marry Me"



Essa música do Polyphonic Spree, vocês conhecem de alguma propaganda:



Um grande abraço.

domingo, janeiro 06, 2008

E começa mais um ano....

Eis que chega 2008.
Segundo umas previsões anteriores, não era nem para estarmos aqui. Todo ano declaram pelo menos duas vezes o fim do mundo. Esse fim do mundo talvez da forma como previra R.E.M (It's the end of the world as we know it - se não escrevi errado). O que importa é que 2007 foi um ano realmente chato mas que serviu para criar algumas expectativas para todos nós.
Terminei "O Mensageiro" de Zuzak. É um livro muito bom, com uma escrita bem própria e despojada dele (os leitores ortodoxos não gostarão provavelmente), mas ao contar a história de um cara que aos 19 anos percebe que sua vida não foi nem um pouco daquilo que ele gostaria e ele sente que deve inserir um sentido, algo maior à sua vida, Zuzak nos faz pensar nossa própria vida e nas pequenas coisas que fazemos e que tem consequências grandiosas. O melhor de tudo é que Zuzak faz tudo isso sem soar profético ou algum manual de auto-ajuda, faz talvez como um amigo nosso dando uma briga porque somos nada.

E atualmente estou lendo (e terminando) "Travessuras da menina má" de Vargas Llosa, é um livro fantástico, já o tinha em meu armário há um ano e sempre adiei sua leitura, mas agora realmente que li as primeiras páginas não consegui parar. Talvez todo homem já conheceu uma menina má como o Llosa escreve (pelo menos comigo aconteceu) e ao ler esse livro vai reviver esses bons maus momentos. É um livro para se ler, para amar, e ficar com vontade de reler. O ruim é o fato de sentirmos muito mal quando estamos nas últimas 100 páginas, porque queríamos que esse livro nos acompanhasse todos os dias, com novas histórias e novas travessuras.

E além de livros, minhas férias tem sido feitas de Seinfeld, ganhei um box da quarta temporada e estou devorando. Vale muito a pena mesmo.

Grande abraço,
Daniel Faleiro