Ela sonhou que vestia um lindo vestido rosa, de saia grande daquelas que dançam com a música como se tivesse vida própria, rendado, cheio de brilhantes em locais estratégicos fazendo que uma simples garota pareça uma das mais belas princesas do mundo moderno. Sonhou também que estava num grande salão, onde todos que estavam só tinham olhos para ela. Ela ficou vermelha. Nunca tinha visto tanta gente olhando apenas para ela. Primeiro pensou que deveria haver algo errado em seu vestido. Tinha que ter algo errado. Mas não, estava tudo certo. Logo depois pensou que sua tiara poderia estar mal colocada, mas estava perfeita, parecia que foi feita apenas para ela. Estava tudo certo. Todos estavam a admirando.
Logo em seguida, começou a tocar uma valsa da qual ela não saberia dizer, mas com toda certeza parecia aquela dos filmes que ela vira quando criança. Era bela esta canção. Só agora que ela pensou que algo deveria estar errado, pois não havia nenhuma comemoração próxima, ela já havia completado 15 anos e estava longe de qualquer aniversário de próximo. Mas o importante é aproveitar este sonho, ela disse.
Do meio da multidão apareceu um garoto, mas não era qualquer, era aquele que perambulava em todos seus sonhos e devaneios, aquele que tivera apenas como inalcançável e agora estava lá, presente. Era um sonho se tornando realidade. Ou um sonho mesmo, já que até durante seus sonhos ela tem sonhos por dentro.
Aquele perfeito filme durou por muito tempo, ela não saberia precisar quanto, porque em sonhos não temos noção de nada. Além do fato de ser um daqueles sonhos que não queremos acordar nunca, o que importava era que ela estava lá e estava de olhos aberto. Ela dançou, dançou e dançou, sempre abraçada de seu querido garoto transfigurado em príncipe. E o grande momento esperado por muito tempo – tanto em vida real como até em sonhos, porque toda vez que ela sonhava em beijá-lo ela acordava – chegou, ele a pegou pelo rosto e a beijou, ela fechou seus olhos para sentir este grande momento.
Fechou seus olhos.
E quando abriu, ele ainda estava lá.
Logo em seguida, começou a tocar uma valsa da qual ela não saberia dizer, mas com toda certeza parecia aquela dos filmes que ela vira quando criança. Era bela esta canção. Só agora que ela pensou que algo deveria estar errado, pois não havia nenhuma comemoração próxima, ela já havia completado 15 anos e estava longe de qualquer aniversário de próximo. Mas o importante é aproveitar este sonho, ela disse.
Do meio da multidão apareceu um garoto, mas não era qualquer, era aquele que perambulava em todos seus sonhos e devaneios, aquele que tivera apenas como inalcançável e agora estava lá, presente. Era um sonho se tornando realidade. Ou um sonho mesmo, já que até durante seus sonhos ela tem sonhos por dentro.
Aquele perfeito filme durou por muito tempo, ela não saberia precisar quanto, porque em sonhos não temos noção de nada. Além do fato de ser um daqueles sonhos que não queremos acordar nunca, o que importava era que ela estava lá e estava de olhos aberto. Ela dançou, dançou e dançou, sempre abraçada de seu querido garoto transfigurado em príncipe. E o grande momento esperado por muito tempo – tanto em vida real como até em sonhos, porque toda vez que ela sonhava em beijá-lo ela acordava – chegou, ele a pegou pelo rosto e a beijou, ela fechou seus olhos para sentir este grande momento.
Fechou seus olhos.
E quando abriu, ele ainda estava lá.
3 comentários:
aaaaaaaaaahhhh
q lindo!!!
=)
Gostei!!!
Alguns sonhos tornam-se realidade...
Abraços
Brito
quando eu leio as coisas que você escreve fico até com vergonha!!
nossa... acho que a menina da historia sou eu! =p
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