"Ao contrário do amor, o amor-próprio não acaba nunca" - Carlos Drummond de Andrade, em "O Avesso das coisas".
Este aforismo deveria estar na consciência de cada pessoa, penetrada em cada buraco invisível de nossos poros de forma que sirva de nossa grande luz nos momentos de maior escuridão (há aquelas pessoas que só vivem na escuridão). Normalmente buscamos sempre o reconhecimento do outro, o amor do outro, o abraço do outro (embora não deixe de ser verdade que "Eu sou o outro"), mas o que quero abordar é a necessidade, talvez a urgência, de se buscar um equilíbrio em nós mesmos, equilíbrio este que nos faça pensar melhor, receber melhor elogios e críticas.
Temos que buscar antes de pensar em ser bem amado, em nos amarmos bem, para aí sim sermos amados. Se fossemos traçar um gráfico a linha do amor de outro cresceria conforme a linha do amor próprio cresce, é como se o amor próprio fosse um copo, um recipiente e o amor do outro fosse o líquido.
Cresce a necesidade junto a tudo, de buscarmos um espelho para nós mesmos, um espelho que nos faça ver nossas qualidades, defeitos e tudo aquilo que nos torna aquilo que somos, entretanto se lembre que somos passíveis de mudança, o mundo inteiro é um Devir. Então vamos nos mover, nos conhecer, nos amar, nos conhecer. Sua vida não precisa de pontos finais, o tempo fará isso por você.
Fica no final uma frase do Einstein: "A vida é como andar de bicicleta. Para manter seu equilíbrio você deve continuar em movimento".
p.s: todas as fotos são de minha autoria e se encontram no flickr: http://www.flickr.com/photos/little_figo/
Este aforismo deveria estar na consciência de cada pessoa, penetrada em cada buraco invisível de nossos poros de forma que sirva de nossa grande luz nos momentos de maior escuridão (há aquelas pessoas que só vivem na escuridão). Normalmente buscamos sempre o reconhecimento do outro, o amor do outro, o abraço do outro (embora não deixe de ser verdade que "Eu sou o outro"), mas o que quero abordar é a necessidade, talvez a urgência, de se buscar um equilíbrio em nós mesmos, equilíbrio este que nos faça pensar melhor, receber melhor elogios e críticas.
Temos que buscar antes de pensar em ser bem amado, em nos amarmos bem, para aí sim sermos amados. Se fossemos traçar um gráfico a linha do amor de outro cresceria conforme a linha do amor próprio cresce, é como se o amor próprio fosse um copo, um recipiente e o amor do outro fosse o líquido.
Cresce a necesidade junto a tudo, de buscarmos um espelho para nós mesmos, um espelho que nos faça ver nossas qualidades, defeitos e tudo aquilo que nos torna aquilo que somos, entretanto se lembre que somos passíveis de mudança, o mundo inteiro é um Devir. Então vamos nos mover, nos conhecer, nos amar, nos conhecer. Sua vida não precisa de pontos finais, o tempo fará isso por você.
Fica no final uma frase do Einstein: "A vida é como andar de bicicleta. Para manter seu equilíbrio você deve continuar em movimento".
p.s: todas as fotos são de minha autoria e se encontram no flickr: http://www.flickr.com/photos/little_figo/